Domingo, 12 de Outubro de 2008

Na penumbra da noite
Irrompida por um raiar de luz luana,
Passo as mãos pela tua pele
Dando voltas tumultuosas na cama.

Os dois juntos como um só
Amava-te a cada segundo,
Como num ar puro sem pó
Uma inspiração que me enchia de amor profundo.

Nunca pensei na sorte que tinha em te ter.
Nunca parei para pensar e temer.
Vivia apenas para ti e para o teu ser,
Precisando de ti para respirar e viver.

Na fugacidade do amor sentido
Eis que surge um revés
Tu deixaste-me para um mundo melhor partindo,
E eu querendo viver esse sonho mais uma vez.

Sete meses se passaram e eu continuo a viver a dor
Que me deixaste involuntariamente com a tua partida,
Relembro todo o poderio do nosso amor,
Mas não me esqueço a hora que me deixaste numa paz sofrida.

A vida andou,
O mundo se moveu,
O vento passou,
Mas fui eu quem te perdeu.

Agora recordo com saudade
Não o amor mas a tua existência,
Sinto falta da vontade
Que se evaporou mas fica a experiência
De um amor sentido outrora,
E escrevendo este poema recordei
Essa fatídica hora.



publicado por miguel_lima_18 às 14:11 | link do post | comentar | favorito

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